NAS COISAS SUPÉRFLUAS, LIBERDADE;

NAS COISAS NECESSÁRIAS, ORDEM;

EM TODAS AS COISAS, COMPREENSÃO.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013


 O MENINO, O ENGENHO E O MAR
Céu, mar, matas, rios.
caatinga; canaviais, bois.
 Pássaros, cavalos, capivaras, guarás, onças.
  Seca, pasto esturricado, rebanho, mortes.
 Chuvas, novo alento, a vegetação luxuria.
Calor, frio, dualidade que se repete.
 Sertão, agreste, mata,  litoral.
 A praia a se estreitar lá no horizonte visual
 Conluio com a Natureza a um só tempo pródiga e brava.
E  nessa promiscuidade com ambiente
 Iodo, sódio, ozônio e outros elementos vitais penetram meu organismo.
A areia branca reflete os raios solares
Que revigoram minha pele
Ou a queimam.
E na sua vastidão o mar  me atrai, me seduz.
Ondas, burburinho, espuma, sons plangentes.
Sereias me chamam com seu estranho cantar
O rio corre serpenteando o vale.
O engenho já é visível lá na colina.
Destino de uma alma inquieta
Ou opção de um viajante estelar.

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