NAS COISAS SUPÉRFLUAS, LIBERDADE;

NAS COISAS NECESSÁRIAS, ORDEM;

EM TODAS AS COISAS, COMPREENSÃO.

quinta-feira, 26 de setembro de 2013


TUBARÃO,  TURISMO  E TRADIÇÃO
Já tendo ostentado o título de 3ª Maior Cidade do Brasil, o Recife perdeu prestígio nessas últimas cinco décadas nos negócios do turismo. Apesar de sua rede hoteleira, dos eventos artísticos que aqui são realizados dentro de um calendário de porte internacional, das suas praias famosas  e das maravilhas do seu casario centenário do marco zero e de bairros nobres  da cidade, a capital pernambucana se afastou da ponta  do ranking  dessa maravilhosa indústria sem chaminés do turismo. O histórico de incidentes com tubarões em nossas praias, com indesejáveis mutilações sofridas por dezenas de pesso  e de lamentáveis perdas de vidas,  afastou muitos turistas da rota Recife. As autoridades estaduais e entidades envolvidas com  o setor do turismo, bem como as agências internacionais do trade fazem uma propaganda negativa  do nosso litoral, que inclui outros municípios.  Há, agora, ideias construídas por órgãos  diretamente envolvidos com incidentes com tubarões para a montagem de telas de proteção em Boa Viagem e Piedade. É pouco, em face da extensão  das áreas  suscetíveis a ataques de tubarões a partir do porto de Suape e em direção à faixa litorânea norte. Mas vamos aguardar  que as intenções reveladas pelas autoridades se transformem em ações. E que o Recife possa respirar aliviado e renovar suas esperanças de voltar a ser point turístico tradicional  como foi em décadas nem tão distantes  assim.

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