DROGAS, A EPIDEMIA DO MILÊNIO
Tabaco é droga; alcóol é drogra; cafeína é droga; sexo sem controle é droga. Como vamos combater as drogas se as mídias estimulam o hábito de fumar, de beber "socialmente" e de consumir chocolates em grandes porções? Como vamos combater as drogas se as relações sexuais mais promíscuas são estimuladas pelo tráfico que usam as redes sociais para induzirem os jovens a essas práticas? Como vamos combater as drogras se os programas de fins de semana de nossos filhos ou irmãos incluem alimentação de fest-food, rica em condimentos nocivos à saúde e gorduras que vão entupir nossas artérias, fazer nossos corações e pulmões "nadarem" num meio aquoso recheado de gorduras? Isso pode terminar em AVC ou em infarto do miocárdio. O sexo desvairado, aqueles hábitos citados lá em cima, que são uma contante nos encontros sociais são uma iniciação às drogas e esses alimentos e os condimentos que os tornam mais "apetitosos" induzem à dependência. E tudo que cria dependência não pode ser excluído do rótulo de drogas.

Jovens se drogam nas ruas das várias cidades brasileiras e do mundo
As drogas vão ocupando cada vez mais espaços na sociedade. O sistema corrupto em que vivemos se beneicia desse estado de coisas, pois se alimenta dele, enquanto finge combatê-lo. Os fornecedores de drogas estão encrustados nas altas esferas do Poder Público. É por isso que o sistema de segurança caça apenas os traficantes da ponta de consumo (na sua maioria também dorgados), pois ninguém quer mexer em vespero. Os grandes traficantes têm dinheiro e poder, são "invisíveis" para as autoridades que combate o tráfico. Enriqueceram às custas da miséria de pobres criaturas desajustadas dentro de famílias desestruturadas. Os métodos para abordagem, invstigação e controle das drogas são ou stão equivocados. É necessário reverter a lógica desses procedimentos para se ter algum êxito no controle das drogas. Mudar toda uma cultura e criar alternativas para as crianças e jovens em estado de risco, investir em educação, esporte e lazer para ocupar o tempo ocioso dessa faixa etária em estado de risco. É indispensável reinventar a instituição família, começando a reeducar os futuros nubentes para que gerem famílias mais estáveis, com noções de ética e convivência fraterna, coisas que estão sendo deixadas para trás. Saúde pública funcionando com eficiência, com equipes multidisciplinares a orientar e apontar caminhos. Reprimir o traficante é indispensável, mas não esquecendo que o traficante maior está encastelado nas diversas esferas do poder, ou financiando as campanhas eleitorais daqueles que vão lhe dar proteção oficial. Não nos iludamos com promessas de que os morros, os côrregos, as URs e outros centros populacionais serão libertados das drogas com as medidas até agora posta em ação. Precisamos de novas atitudes, novos compromissos.

Cenas de sexo desvairado em praças e avenidas das grandes cidades brasileiras
O DROGADO É UM DOENTE QUE NECESSITA DE TRATAMENTO ADEQUADO, AMBIENTE SAUDÁVEL PARA ESTIMULÁ-LO A MUDAR DE ATITUDES E REDIRECIONAR SUA VIDA. A CULTURA DA REPRESSÃO GERA VIOLÊNCIA, INCONFORMISMO E ESTIMULA O DROGADO A SE AFUNDAR MAIS AINDA NO VÍCIO.
NÃO ÀS DROGAS; NÃO À VIOLÊNCIA; NÃO À MAFIA POR TRÁS DO PODER.

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