NAS COISAS SUPÉRFLUAS, LIBERDADE;

NAS COISAS NECESSÁRIAS, ORDEM;

EM TODAS AS COISAS, COMPREENSÃO.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

CLIMA DE PROVOCAÇÃO EM BRASÍLIA
O DEPUTADO JAIR BOLSONARO VOLTA À CENA * CRIA DE 64, E SEM NENHUMA LUZ COMO PARLAMENTAR,  VEZ POR OUTRA PROCURA  O FOCO DAS CÂMERAS PARA MOSTRAR A DISCRIMINAÇÃO E O ÓDIO À DEMOCRACIA DO GRUPO QUE REPRESENTA.


A Democracia Brasileira ainda está num estágio preparatório. Esta na Constituição, mas nem aqueles que deveriam zelar por ela, e aperfeiçoá-la, são dignos dessa tarefa. Ontem, em Brasília, uma cena lamentável de provocação. E pelo das palavras e pelo conteúdo da questão, o decoro parlamentar foi ferido. Ninguém menos do que Jair Bolsonaro – sempre o Bolsonaro, cria de 64 e representante do que há de mais ultrapassado neste País, em discurso pronunciado anteontem na Câmara dos Deputados tentou, bem ao seu feitio, criar um clima de provocação que pudesse levar à agitação. Mente atrasada, sem nenhum destaque no exercício do mandato, Bolsonaro fez comentários desrespeitosos à pessoa da presidente Dilma Rousseff. Duvidou da feminilidade da presidente e insinuou que ela “podia ter simpatias por grupos homossexuais”. Esse deputado, representante da intolerância instaurada no Brasil em 1964, certamente não tem assunto mais importante para discutir. Mas ele é matreiro, aproveitou um plenário vazio na Câmara, para destilar seu veneno político e externar mais uma vez sua falta de educação democrática e sua conhecida formação preconceituosa. Comissão de Ética nele!

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