NAS COISAS SUPÉRFLUAS, LIBERDADE;

NAS COISAS NECESSÁRIAS, ORDEM;

EM TODAS AS COISAS, COMPREENSÃO.

terça-feira, 11 de junho de 2013


                      MEIO AMBIENTE
         SAÚDE, VIDA E SOBREVIVÊNCIA
Meio Ambiente é a cena natural que nos rodeia. Mas também é a casa onde moramos e as condições higiênicas e sanitárias geradas pela família, bem como o parque industrial e  os campos de produção agropecuária da nossa região. Cada um de nós depende do meio ambiente para viver. Com ele agimos, reagimos, interagimos. E a nossa qualidade de vida depende fundamentalmente das nossas atitudes diante desse vasto cenário. Rios, lagos, oceanos, mares, riachos que cortam municípios, pequenos  canais que atravessam comunidades constituem o meio líquido desse ambiente. As águas que alimentam esse meio também estão aprisionadas nas geleias dos polos e das grandes montanhas. Também temos o ar, tão importante  para a vida quanto a água. E da qualidade desse ar depende a saúde das pessoas. A  densa vegetação das florestas e matas  que como um tapete verde cobre grandes áreas do nosso Planeta absorve o mortífero gás carbônico produzido pelo homem e pelos animais e o transforma no oxigênio que lubrifica nossos pulmões e facilita o trabalho  do nosso cérebro. A floresta Amazônica ou as grandes florestas da África e da Ásia têm papel importante na produção e troca de gases naturais indispensáveis à vida humana; a Mata Atlântica e outros biomas vegetais são igualmente importantes na produção, controle e estabilidade de uma vida sustentável. Dos oceanos vem um constante  fornecimento de oxigênio que não depende das complexas transformações químicas que ocorrem na captação e liberação de gases a partir das árvores. A conservação consciente desses ecossistemas é requisito indispensável  para a sustentabilidade da troca de elementos químicos gerados pela Natureza e que garantem o magnífico espetáculo da geração da vida na Terra e sua perpetuidade.
Da maneira como tratamos esse colossal complexo natural que nos cerca e lidamos com as fontes de produção de verduras, carnes, leite e outros alimentos depende nossa saúde e até a sobrevivência da espécie humana. Se sujarmos as águas dos mares, estamos reduzindo a capacidade de produção de peixes, crustáceos e moluscos que constituem importantes itens da alimentação humana. Se não cuidamos da coleta e adequada destinação do lixo doméstico, estamos poluindo veios d’água que vão  poluir  canais, riachos, rios, contaminar os mares  bem como o solo onde são cultivados os vegetais da nossa rica dieta. Concomitantemente, estaremos poluindo o ar que respiramos,  saturando-o de partículas nocivas ao nosso delicado organismo pequeno canal que passa  perto de nossas casas é importante via de escoamento dos excessos de chuvas, irrigação das nossas terras e alimentador da vegetação urbana que amaina a temperatura. Sujar esses canais com dejetos humanos, lixo caseiro ou outro qualquer material é contribuir para a queda da qualidade de vida das populações vizinhas. As prefeituras têm a função de coletar e destinar o lixo, mas cabe a cada cidadão colaborar efetivamente para que o lixo produzido em sua casa não acabe nos canais, riachos, rios e mares. O governo também tem a obrigação de coletar, tratar e distribuir a água que bebemos ou que usamos nos serviços domésticos. Entretanto, é dever de cada pessoa zelar por essa importante fonte de vida, controlando o gasto do líquido em sua casa e evitando os desperdícios. É ilusório imaginar que os vastos oceanos, mares e rios constituem fonte inesgotável de águas servíveis. A quantidade de águas potáveis existente no mundo está quase no limite no mundo inteiro, e já é bastante escassa em algumas regiões do Planeta. As geleiras, embora fontes de enormes massas de água doce, não têm sido aproveitadas para consumo humano. Se poluídos com elementos químicos, físicos e biológicos  oceanos e mare, lagos e rios – esses  vastos mananciais que cobrem setenta por cento da superfície terrestre acabam se tornando  imprestáveis para o consumo humano, animal e agrícola.
O desmatamento das florestas para criação de gado ou expansão das fronteiras agrícolas reduz o fornecimento de oxigênio, extingue espécies animais e contribui para o aquecimento do Planeta. Boi, soja, milho, cana-de-açúcar, algodão  e outras culturas desiquilibram o ambiente natural quando ocupam áreas de florestas desmatadas. As emanações de gases produzidos pela indústria e pela pecuária criam o efeito estufa, aumentando a temperatura da Terra, interfere no clima e dificulta a qualidade de vida das pessoas. O descaso oficial com os resíduos químicos e sólidos da produção industrial e da atividade doméstica descarregados nos rios faz escassear a produção de peixes, contamina crustáceos e moluscos e pode envenenar os consumidores desses bens. O descarte de subprodutos da indústria química - inclusive nuclear,  no fundo dos mares contamina os peixes e concorre para o desaparecimento de grandes cardumes. A sede de riqueza e lucro a qualquer preço torna as atividades econômicas do homem prejudiciais à vida e uma ameaça a própria sobrevivência da espécie humana. Comemorações são importantes, mas leis mais duras sobre o uso dos meios naturais e punição severa para quem desrespeitar  essas leis pode ajudar. Mas o que ajuda mesmo é uma educação ambiental começando já na pré-escola. Só assim será possível criar uma consciência sócio ambiental capar de minimizar os efeitos do desenvolvimento tecnológico e da expansão industrial, agrícola e pecuária cada vez mais intensos no panorama econômico mundial.

-NOTA DA MODERAÇÃO: Texto em nova postagem para corrigir falhas oriundas da tentativa de enxugar o texto original, muito extenso.

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