NAS COISAS SUPÉRFLUAS, LIBERDADE;

NAS COISAS NECESSÁRIAS, ORDEM;

EM TODAS AS COISAS, COMPREENSÃO.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

                                                           TAPETÃO


Sem propostas para enfrentar os graves problemas que travam o desenvolvimento econômico e social do nosso País, e escorregando ladeira abaixo nas preferências da população captadas pelas pesquisas de intenções de votos que a cada semana mostram essa tendência, as oposições buscam agora o velho e suado recurso do tapetão. Isto é, querem ganhar as eleições de qualquer jeito, mesmo que esse jeito não se enquadre naquela atitude ética que os arautos da oposição tanto trombeteiam, mas esquecem de exercê-las quando estão no poder. José Serra não fala de outra coisa que não seja o vazamento do sigilo fiscal de sua filha, como se sua filha fosse a única que teve o sigilo violado. E agora deu para aparecer sempre junto de sua filha, que pretende transforma em garota-propaganda. O cinismo dessa gente não tem limites. Toda a população sabe das armadilhas que essa gente preparou para prejudicar Lula em suas postulações para chegar à presidência de República.E se esconde da população que esses vazamentos não são coisas recentes. Ocorrem a partir de março de 2009, e entre as pessoas que tiveram seu sigilo violado estão pessoas de todos os partidos e algumas que nem pertencem a partidos. Afinal, esses políticos da oposição são raposas astutas e sem nenhum escrúpulo para conseguirem seus objetivos. Deixam de lado a discussão dos problemas nacionais que deveriam ser discutidos em campanhas para informação dos eleitores, passam o tempo todo a bater numa tecla desgastada, tema requentado. A grande imprensa, à frente a Rede Globo de Televisão, esquece o salutar debate dos problemas que devem ser enfrentados pelo próximo governo, e dá espaço para esse tipo de política que infelizmente não contribui para melhorar o País. Mas eles sabem como fazer sujeiras e pôr a culpa em outras pessoas; não falam se as funcionárias que descumpriram com seus deveres de auditores fiscais têm envolvimento com partido, e qual partido. Não dizem que esse vazamento, em sua origem em 2009, foi uma manobra do PSDB paulista em Minas Gerais para influir na decisão de Aécio Neves e turbinar sua candidatura, como denunciou Elio Gaspari na sua coluna do último domingo. E não se fala nos 51 bilhões retirados dos cofres públicos, quer dizer; do bolso do contribuinte, para salvar bancos falidos como os de Salvatori Cacciola e Daniel Dantas, entre outros criminosos beneficiados pelo governo FHC do qual José Serra era ministro. E foi o grupo de José Serra quando estava no poder que renegociou as dívidas dos usineiros, utilizando os recursos oriundos do tesouro, dívidas, aliás, que nunca são pagas. Usineiros e banqueiros, bem como outros agentes do capitalismo brasileiro que espolia a nação e dilapidam os cofres públicos, em detrimento de melhores condições sociais para a nação. Gente, tapetão não é tapete voador das estórias cinematográficas, nem inverte a tendência natural dos fatos. O Brasil tá buscando seus rumos. E não quer retroagir aos interesses de grupos políticos que o infelicitaram durante tantas décadas.

Nenhum comentário:

Postar um comentário