NAS COISAS SUPÉRFLUAS, LIBERDADE;

NAS COISAS NECESSÁRIAS, ORDEM;

EM TODAS AS COISAS, COMPREENSÃO.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013


E SE NÃO EXISTISSE RELIGIÃO?
Pelo menos numa coisa teríamos um grande proveito.
Não teríamos uma discussão pueril, apaixonada, insensata como aquela entrevista em que o Silas Malafaia  enrolou a Marília Gabriela e não explicou como juntou uma fortuna, que o torna o 3º pastor mais rico do Brasil. Que a fortuna fosse da igreja, ainda se admitiria,  mas pessoal, familiar, arrancada à fórceps da goela dos pobres inocentes úteis membros contribuintes, isso é inadmissível. E o Malafaia, ainda tem a cara de pau de insinuar que Edir Macedo e outros pastores do ciclo missionário “é que fazem isso”. O Malafaia é um poço de soberba; suas palavras “calcadas na Bíblia” mostram o quanto de esperteza ele carrega. Claro que ele conhece  história e suas implicações arqueológica, mas a conveniência o obriga a falar apenas o que serve para assegurar seu rico e crescente império.
Afinal, pra que serve a religião nos dias de hoje?
Para disseminar discórdia; e na história humana, sempre foi a fagulha que incendiou emoções e desencadeou guerras fratricidas, destruindo pessoas inocentes, desrespeitou etnias e violentou o senso comum. Tudo em nome de um Deus vingativo, violento, que com certeza não é o Grande Soberano do Universo, que na sua Onisciência e na sua Onipresença  tudo prever, a tudo observa, desde todos os tempos.

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