E SE NÃO EXISTISSE RELIGIÃO?
Pelo menos numa coisa teríamos um
grande proveito.
Não teríamos uma discussão
pueril, apaixonada, insensata como aquela entrevista em que o Silas
Malafaia enrolou a Marília Gabriela e
não explicou como juntou uma fortuna, que o torna o 3º pastor mais rico do
Brasil. Que a fortuna fosse da igreja, ainda se admitiria, mas pessoal, familiar, arrancada à fórceps da
goela dos pobres inocentes úteis membros contribuintes, isso é inadmissível. E
o Malafaia, ainda tem a cara de pau de insinuar que Edir Macedo e outros
pastores do ciclo missionário “é que fazem isso”. O Malafaia é um poço de
soberba; suas palavras “calcadas na Bíblia” mostram o quanto de esperteza ele
carrega. Claro que ele conhece história e
suas implicações arqueológica, mas a conveniência o obriga a falar apenas o que
serve para assegurar seu rico e crescente império.
Afinal, pra que serve a religião
nos dias de hoje?
Para disseminar discórdia; e na
história humana, sempre foi a fagulha que incendiou emoções e desencadeou
guerras fratricidas, destruindo pessoas inocentes, desrespeitou etnias e
violentou o senso comum. Tudo em nome de um Deus vingativo, violento, que com
certeza não é o Grande Soberano do Universo, que na sua Onisciência e na sua
Onipresença tudo prever, a tudo observa,
desde todos os tempos.
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