NAS COISAS SUPÉRFLUAS, LIBERDADE;

NAS COISAS NECESSÁRIAS, ORDEM;

EM TODAS AS COISAS, COMPREENSÃO.

domingo, 24 de fevereiro de 2013


                               YOANI SÁNCHEZ
 A jornalista e filóloga cubana Yoani Sánchez está no Brasil. E visitará mais doze outros países mundo afora. Criadora do site geracion  y  e líder feminina  da  luta pela liberdade na ilha do Caribe, Yoani vem se revelando uma pessoa polêmica, controversa. Segundo a jornalista, dezoito pedidos seus para deixar Cuba foram negados pelo governo dos irmãos Fidel/Raul Castro desde 2006. Muitos dos argumentos usados pela jornalista são do conhecimento público, e aceito pelo bom senso. Ninguém quer uma ditadura em seu país; aqui temos belo exemplo e péssimas recordações do que foi  um regime de exceção. Resta saber se todos os argumentos expostos por  Yoani  são verdadeiros.
A dissidente cubana afirma que em sua terra não existe democracia; sabemos disso. Afirma que vive aprisionada em sua própria pátria, e faz ameaças quanto à possibilidade de impedirem seu retorno  à ilha. Fala das dificuldades em que vivem seus companheiros de ideário anticastrista. E afirmou em entrevista que a suspensão do embargo econômico a Cuba não traria melhoras para a ilha. Yoani omite seu silêncio diante das agressões norte-americanas ao território cubano; parece ignorar que seu país vive em regime de permanente ocupação pelos Estados Unidos em boa parte do seu território, como Gualtánamo, onde existe uma base naval americana, e  a Ilha dos Porcos, palco de insidiosa derrota norte-americana numa tentativa de invadir e dominar a ilha.  Yoani só não diz que é uma mulher rica para os padrões cubanos, e teve acesso a uma escola de qualidade como é a ministrada pelo governo cubano. Não faz referências ao nível cultural do povo cubano, às conquistas das ciências médicas na ilha nem ao apoio governamental às artes e aos esportes no seu país.. Ao apoio da maioria esmagadora dos intelectuais cubanos ao governo, entre outras omissões deliberadas. A dissidente chamou de “terroristas” as manifestações populares que interferiram nas suas atividades em cidade baiana. Mente quando afirma que há dezoito anos “tenta um visto para sair de Cuba desde 2006”. Na verdade, a jornalista morou   por um ano e meio na Suíça entre 2008 e 2009. É casada com um cidadão alemão, e tem um filho, com os quais viveu na Europa e viaja por essa “turnê” pelo mundo. Quem financia suas despesas com hospedagem, alimentação, transporte aéreo, traslado e outras regalias? Com certeza, o capitalismo internacional opressor, representado no caso pelos Estados Unidos. Yoani Sánchez é o reverso da mesma medalha de intolerância, beneficiamento e tráfico de influência. Uma charlatã.              
            

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