NAS COISAS SUPÉRFLUAS, LIBERDADE;

NAS COISAS NECESSÁRIAS, ORDEM;

EM TODAS AS COISAS, COMPREENSÃO.

terça-feira, 30 de setembro de 2014

A  FÉ  DE  CADA  UM
Todo ano, nesses dias de fim de inverno e começos de primavera o Brasil inteiro assiste à manifestações culturais de fundo religioso de vários matizes. Por respeito  às crenças da diversidade étniica  brasileira, não se deve dizer que se trata de simples manifestações folclóricas, pois envolvem a fé de vários segmentos da sociedade brasileira.  De Norte a Sul, de Leste a Oeste, o colorido da nossa gente se faz presente. Hoje, por exemplo, os seguidores de cultos africanos comemoram o dia de Xangô. Ontem, manifestações ecléticas ocorridas principalmente na zona da mata norte comemoravam o culto da Jurema, uma manifestação da cultura indígena da região mesclada com componentes culturais africanos. Maracatus, caboclinhos, reisados, e outros eventos revivem a saga dos negros africanos escravizados e trazidos para o Brasil para trabalharem  na lavoura da cana-de-açúcar de Pernambuco e outros estados do Nordeste. Na Bahia, onde aportou maior número de escravos para tocarem a lavoura do cacau, o sincretismo religioso é típico; ali se reúnem quase todas as nações africanas cujos povos foram  barbaramente arrancados de suas terras natais para trabalharem como escravos do outro lado do oceano Atlântico.  E para manterem vivas  suas tradições se mesclaram com o culto cristão, impositivo, desumano e dominado pelo poder do dinheiro. No Norte do Pais, o Carimbó é a principal expressão artística da cultura africana ancestral.

Não importa que sejamos católicos, protestantes, espíritas, muçulmanos, budistas, judaicos... O que importa que é que respeitemos as opções religiosas do semelhante. Claro que não deverá haver invasão da cultura paralela, ou alheia; cada um mantém sua crença  ou sua devoção. Por que essa disputa pela fé, pelo culto alheio? Há espaço para todos. A sociedade brasileira é diferenciada. Ela se mantém unida na diversidade de suas manifestações culturais. Esse sincretismo vai se alargando. Essa performance cultural vai  evoluindo, se consolidando. E quando forem ouvidas as diversas culturas das diferentes regiões brasileiras, ai sim, é que vai se assistir ao colorido mosaico de uma sociedade mística, livre e unida. Cada região com sua cultura, cada pessoa ou grupos com sua crença; a fé de cada um.


segunda-feira, 29 de setembro de 2014

           DIGA SIM AO CORAÇÃO
O coração é uma bomba que faz seu organismo funcionar. Para funcionar regularmente, o organismo precisa que o coração esteja bem. Cuide do seu coração. Vários fatores afetam o funcionamento do seu coração.  E  Podem pôr sua vida em risco. A hipertensão arterial (HAS), o diabetes, as taxas bioquímicas (colesterol, triglicerídeos), o hábito de fumar , as bebidas alcoólicas, o sedentarismo, a obesidade e principalmente, sua dieta  de comida industrializada ou de fest food.  A HAS, um mal silencioso e catastrófico, compromete seu cérebro,  destruindo aos poucos sua memória,  afeta sua audição, vai reduzindo sua  visão.  O diabetes, a mais perversa das doenças da vida adulta, pode afetar sua visão, seus rins, seu fígado e levá-lo à morte. O Colesterol e triglicerídeos podem entupir suas artérias e resultar em AVC ou infarto. As inúmeros substâncias nocivas do cigarro (nicotina, alcatrão, etc.) oferecem os mesmo perigos do colesterol ou triglicerídeos, podendo ainda destruir sua fertilidade, reduzir sua ereção e alterar sua libido. As bebidas alcoólicas afetam vários órgãos, como rins, cérebro, fígado e interferem na sua vida sexual. A obesidade e o sedentarismo põem em risco sua vida, degradando sua qualidade de vida. E todos esses fatores, juntos ou separados, levam você a ter doenças cardíacas, como o já visto AVC e infarto. 


Tudo esse cortejo de doenças,  crônicas ou degenerativas, carrega em si os perigos de uma morte súbita e as doenças acima citadas  são as principais causas de morte no mundo inteiro; quando não matam, incapacitam o individuo. Mas  têm tratamento. Muitas podem não ter cura - não têm mesmo, mas precisam ser controladas para que você tenha uma boa qualidade de vida. Mudanças comportamentais, como sair do sedentarismo e se exercitar pelo menos três vezes por semana; rever sua dieta, passando a ter uma alimentação pobre em sal, gordura e açúcar; evitar frituras  e comidas de fest food e comer menos carne vermelha. Sal retém quantidade excessiva de líquido no organismo, gordura e açúcar aumentam  o peso corporal. Frituras prejudicam seu estômago e dificultam a metabolização dos principais ingredientes de sua dieta. Uma porção de feijão, duas de arroz, uma salada crua, uma coxa de frango ou uma porção de peixe, uma fruta, constituem dieta rica, equilibrada, balanceada. Menos pão, mais raízes. O Brasil é rico em alimentos: cará, macaxeira, fruta-pão, batata-doce, banana comprida,entre outros.  Proteja sua saúde, preserve sua vida. Diga sim ao coração.

domingo, 28 de setembro de 2014

Primavera, mês das flores, de praia, calor, água de coco...
Mas a primavera, nesse fim de mês, também me traz saudades.
Prova de latim, o telefonema, saída às pressas
Ela era adolescente, 15 anos, alegre, espirituosa, feliz.
Mas naquela noite, sofrimento, correria...
Tosse, febre, dispnéias, hemoptise fulminante...
               EVOCAÇÃO
        Emílio J. Moura
Vejo-te, longos anos decorridos...
Nitidamente qual te via outrora,
Eras carinho, tormento, eras aurora,
Eras odores embebendo-me os sentidos.

Vejo-te, longos anos decorridos...
-Nunca foste tão minha quanto és agora!
Saudade que me punge hora por hora,
Minuto e minuto, dos por mim vividos.

Hoje és morta, entanto como te vejo,
Os teus lábios nos meus pousando, lentos...
Como sinto saudade do teu beijo.

Viva - eras a vida que pra mim sorria,
Morta,és memória eterna dos meus pensamentos,
Doce lembrança que me acaricia.
                                     (  Escrito na  Primavera de 1950 )


quinta-feira, 25 de setembro de 2014

TRÂNSITO,  DEFICIÊNCIA E VIOLÊNCIA
Semana Nacional do Trânsito e do Deficiente, duas comemorações  difíceis de deglutir. No trânsito,uma juventude de classe econômica ascendente, totalmente alienada, acha que o carro é um brinquedo, um objeto para ostentar seu "poder", quando não  uma arma. Pleybois  inconsequentes  estão nem ai para conselhos, advertências, multas ou até apreensão da CNH. A geração coca-cola, uma estirpe de ratazanas do asfalto, pouco se importa com os sentimentos da família - dele e de suas vítimas. Pior: quando usam motos são simplesmente infernais, irresponsáveis, loucos.

Deficientes físicos, visuais, mentais, idosos, crianças desacompanhadas ou não, grávidas ou senhoras com crianças de colo,  entre outros, são criaturas desprotegidas, expostas à sanha dos condutores de veículos mal formados ou mal educados. Aferindo-os - os deficientes ou as demais categorias dependentes de proteção,  descobrimos que são vítimas de um estado amoral, com leis de trânsito  frouxas e legislações urbanas  alheias às suas necessidades,  feitas pelas elites que tudo podem; ou acham que podem.  Estradas esburacadas e mal sinalizadas, excesso de "quebra-mola" em áreas escuras; calçadas desniveladas, com obstáculos terríveis como postes, orelhões, árvores ou com camelôs ocupando o espaço do pedestre.

O trânsito, no Recife ou em qualquer cidade brasileira, é um caos. É sempre bem-vinda qualquer ação para educar condutores e pedestres. E proteger os passageiros ou transeuntes com qualquer tipo de deficiência.  Pena que as ações nesse sentido  só ocorram de fato a cada ano, quando seria necessário um esforço concentrado diário durante alguns anos nas ruas e permanente nas escolas de ensino básico para que, com a informação continuada,  preparar cidadãos para dirigirem veículos, andarem nas ruas ou se protegerem nas calçadas.  Os leitos de emergências estão abarrotados de vítimas de acidentes de trânsito, por causa dessa violência sem medida nas faixas de rolamentos, e apesar das faixas de segurança e da sinalização que deveriam proteger as pessoas mais suscetíveis. 

terça-feira, 23 de setembro de 2014


BRASIL-ECONOMIA, EDUCAÇÃO, SAÚDE
                     PARTE III
Nas últimas duas décadas o Brasil deu um salto enorme em termos de educação. Isso se compararmos o que era a educação  brasileira entre as décadas de quarenta sessenta. Mas o  avanço nessa área ainda é insuficiente para atender as demandas de uma sociedade pronta para enfrentar os desafios de um mundo cada vez mais globalizado. Falta quase tudo para sermos um povo livre e independente, porque somente através de um ensino de qualidade para suas crianças e adolescentes é que um país pode se libertar do julgo do atraso econômico e social. Parece um chavão, mas a verdade é que as elites não estão nem ai para uma educação de tempo integral e de qualidade com acesso aos filhos dos trabalhadores, principalmente os mais pobres. A ignorância é a mola propulsora da "velha política" que se pratica no Brasil desde os tempos do Império. Entre as décadas de 40 e 50, para estudar  algo mais do que o velho e bom curso primário os jovens  precisavam atravessar vários bairros para chegar a um colégio público. Contavam-se nos dedos as escolas de ensino secundário (atual ensino básico) existentes no Recife. Havia mais escolas particulares, inacessíveis à maioria  dos jovens de então. Transporte ainda era o bonde, mas os filhos do trabalhador não tinham como pagar o valor da passagem. O jeito era andar quilômetros e mais quilômetros a pé. Mais difícil era comprar os livros recomendados pelos professores. E não havia essas facilidades de xerocar  os livros didáticos; simplesmente não existia  xerox.
Hoje, praticamente, há uma escola de ensino básico em cada comunidade. Ainda é pouco, mas já é um bom começo. Em qualquer estado de todas as regiões do País há uma Escola Técnica, hoje Centro Federal de Ensino Tecnológico - CEFET, e as escolas análogas das esferas estadual e municipal. As universidades foram multiplicadas e também interiorizadas. Há cursos de medicina, odontologia e enfermagem nas cidades-polo do interior do País. E cursos de engenharia específica nas capitais e cidades mais importantes. O ENEM abriu as portas das universidades particulares para quem queira estudar, e através de parâmetros  socioeconômicos e  étnicos permitiu o acesso dos trabalhadores jovens ou dos seus filhos ao ensino superior. O SISU é importante ferramenta de socialização do ensino superior e o Pronatec oferece oportunidades a milhões de jovens que queiram seguir uma carreira técnica.
O Brasil ainda é muito carente de profissionais especializados em tecnologia avançada. Faltam engenheiros nas suas diversas modalidades, carecemos de químicos, físicos, biólogos... Mas também somos carentes de profissionais de nível médio ou até mesmo básico para executar tarefas importantes nos estaleiros, na construção civil, no transporte de carga e de passageiros. São soldadores, pintores especializados para estaleiros, auxiliares de química; faltam motoristas para dirigir carretas, pedreiros de acabamento e bem difícil é encontrar um mestre-de-obras bem formado. As próprias indústrias ou órgãos patronais estão treinando seus trabalhadores para fazer frente a essa escassez de mão de obra especializada. Essa é uma realidade das últimas décadas, o que significa que o atual governo vem ampliando o parque industrial brasileiro, modernizando portos, aeroportos, estaleiros. O Brasil constrói seus próprio petroleiros em SUAPE e as plataformas de exploração de petróleo, os dutos para conduzir o óleo cru e as instalações para processamento petroquímico. Nesse item educação, os avanços são pequenos, mas a verdade é que esforços governamentais têm sido intensificados para suprir a falta de planejamento dos governos anteriores de até meados dos anos 80.





















BRASIL-ECONOMIA, EDUCAÇÃO, SAÚDE
             PARTE  II
O PIB brasileiro  pulou de uns 900 bilhões para 3 trilhões nos último dez anos. Esse salto de quantidade e de qualidade é fruto da ampliação  da capacidade instalada da indústria brasileira e avanços da fronteira agrícola no mesmo período. PIB maior significa crescimento real e não meras projeções estatísticas. No Nordeste, as áreas industriais do Complexo Industrial e Portuário de SUAPE e de PECÉM abriram enormes perspectivas de exportação e importação de produtos de alta tecnologia agregada e proporcionaram  grandes oportunidades de emprego e renda para os trabalhadores da região. Estaleiros, refinaria, petroquímica, indústrias de tecnologia de ponta foram instaladas em SUAPE. O desenvolvimento em Pernambuco precisou ser interiorizado, beneficiando a Região Metropolitana do Recife e áreas da Zona da Mata,  Agreste e do Sertão. Industria automobilística, já em fase de produção experimental, produção de derivados do sangue (hemobrás), metalúrgica, cerâmica, talheres, móveis, tintas,  química.  Polo gesseiro, granito e pedras polidas, alimentação, bebidas, produtos para embalagens, frangos e ovos, entre outros segmentos econômicos da economia. Só em SUAPE, centenas de ônibus e vãs e milhares de carros particulares transportam mais de 150 mil trabalhadores. As rodovias pedagiadas  encurtam as distância, desafogam o trânsito entre a RMR, o interior e Estados vizinhos. A interiorização das indústrias vem ocupando  enormes áreas degradadas pela cana-de-açúcar e substituindo os métodos de trabalho da cansada indústria agro-canavieira no Estado de Pernambuco.

Em PECÉM, grandes empreendimentos industriais foram e são instalados, melhorando a capacidade econômica do Estado do Ceará  e atraindo trabalhadores especializados do Brasil e do estrangeiro. Na Bahia e no Espírito Santo, bem como no Rio de Janeiro, novos empreendimentos como estaleiros, refinarias movimentam a economia e o mercado de trabalho se amplia enormemente. A produção de cítricos e de açúcar em São Paulo, no Mato Grosso e em Goiás vem se ampliando, apesar das adversidades climáticas dessas últimas décadas. O mercado externo se estreitou devido à crise econômica mundial. Mas um mercado interno florescente vem possibilitando manter o nível de produção que permite extrair dados altamente positivos. O Nordeste era até pouco tempo dependente de praticamente tudo que é manufaturado. Hoje, a região produz  quase tudo que consome. Na Bahia já estão algumas fábricas de carros e o inicio da produção comercial da FIAT -PE  no próximo ano tornara a região auto-suficiente nesse item. Em Pernambuco há necessidade de mais portos e aeroportos, estradas expressas para transporte de carga. Corredores de transporte já estão planejados, alguns de longo percurso ligando áreas distantes já estão em execução. Falta melhorar a mobilidade urbana nas cidades-polos da região, como Recife. Mas é necessário quebrar a hegemonia do setor rodoviário, criando novos moldais de transporte, dando ênfase ao ferroviário, mais seguro, mais rápido e de menor custo de manutenção. 
O Brasil segura a crise econômica para ela se se alastrar. Essa constatação está nos informes e balanços dos grandes conglomerados  financeiros do mundo ocidental. A maior preocupação do governo brasileiro é a manutenção do emprego, a valorização do salário, o que importa dizer: na viabilização dos meios de produção nacionais. A taxa de desemprego no Brasil é uma das menores do mundo. Não é possível concorrer com a China em termos de produção; o desenvolvimento econômica lá começou logo depois da II Grande Guerra. Entretanto, é bom frisar que o desenvolvimento da China foi conseguido às custas dos baixos salários que são pagos aos trabalhadores daquele País. Bem diferente do que ocorre no Brasil.



segunda-feira, 22 de setembro de 2014


  BRASIL - ECONOMIA, EDUCAÇÃO, SAÚDE
                      PARTE I
 A Rede Globo de Televisão, porta-voz  do capitalismo internacional, mascara os fatos econômicos, sociais e políticos  do atual cenário brasileiro. Além de tentar confundir a opinião pública, escalando seus quadros mais exponenciais  para apresentar dados que nem sempre são produzidos por pessoas ou instituições isentas, portanto são inconfiáveis, procurar colocar em algum candidato que possa servir aos seus interesses. Essa falta de isenção é um desserviço que a Globo presta ao País. Vejam os casos dos dados econômicos, educacionais e de saúde. Tudo, nesses itens, é apresentado como culpa do governo do PT. Como se não fossem problemas estruturais de décadas  contra os quais  a sociedade vem se rebelando  e  exigindo  solução. Como são estruturais, esses problemas  não podem ser resolvidos num piscar de olhos. Demandam planejamento de longo prazo,  investimentos pesados  e continuidade das ações.
Na economia, o desenvolvimento do Brasil precisa de fatores favoráveis na área externa; precisa de parceiros comerciais que comprem os produtos aqui fabricados. E o mundo inteiro está em crise econômica.Essa crise prejudica a produção, a exportação e até a importação de produtos. Ainda assim, segundo dados do Banco Mundial, o Brasil ainda está em melhor situação do que o resto do mundo. Dizer que a Colômbia está em melhores condições de crescimento do que o Brasil é desconhecer o que a Colômbia produz, o volume de sua produção e seus parceiros econômicos.
Se o Brasil cresce abaixo de 1 (um ) dígito, a União Européia tem crescimento negativo e os Estados Unidos, maior economia do mundo, tem crescimento pífio. A China, 2ª maior economia do Planeta, desacelerou seu crescimento em três dígitos. A Argentina quebrou.  Que é que isso tem a ver com o baixo índice de crescimento do Brasil? Tudo. Sem crescimento econômico, os parceiros do Brasil não compram os nossos produtos. Não vendendo, os empresários brasileiros não investem em seus empreendimentos, e a produção cai. A economia é um bloco cíclico que oscila periodicamente. Estamos na fase das vacas magras. Mas a queda da economia brasileira se deu em alguns setores, não na economia como um todo. Algumas áreas, como a produção de carros, voltou a crescer. A agropecuária chegou a um patamar  que já não há silos para acomodar tantos grãos e o mercado da carne cresceu depois de uma ligeira queda. O Brasil tem reservas cambiais   suficientes para superar crises dessa natureza.


sábado, 20 de setembro de 2014

  ESTAMOS DESTRUINDO O MEIO AMBIENTE
Você vive reclamando  o tempo todo que estão destruindo o Meio Ambiente. É verdade. Tudo o que precisamos  para viver ou sobreviver   está hoje  no supermercado, na loja de departamentos, na farmácia, no posto de gasolina.  Comida, vestuário, bens de consumo   de média  ou longa duração. E tudo chega às nossas casa envasado,  enlatado, entubado...  embrulhado. E haja sobras para se jogar fora. Os resíduos sólido, um nome técnico para dizer lixo, são de difícil controle.  E ainda tem o esgotamento sanitário da sua cidade, os lixões a céu aberto, as queimadas na Amazônia, a fumaça e a fuligem das  indústrias  de todo tipo, a sujeirra de rios, lagos e mares que vem reduzindo a pesca, as emanações dos animais ruminantes que nos fornecem carne e leite, entre outras fontes de poluição da Natureza. Até meados da década de 50 do século passado quase tudo é processado manualmente. A feira do fim de semana era trazida para casa em cestas ou balaios feitos de algum tipo de cipó ou fibra vegetal. O pão era embalado em pequenos sacos de papel. A carne era pesada e embrulhada em papel grosso, apropriado a cada tido do produto. Hoje tudo é transportado em sacolas plásticas feitas de petróleo, extraído das entranhas da terra e que move os carros, aciona as usinas termoelétricas e lubrifica as engrenagens das instalações industriais.

Você já parou para pensar que também é parte integrante do exército da destruição? Que você tem gostos, preferências, fixação por coisas das quais você não abre mão? Tudo bem que você reclame, eu também reclamo. Mas você está disposto a abandonar o conforto do seu carro, de cujo escapamento saem os gases do efeito estufa? Está disposto a largar a geladeira, o aquecedor, o purificador  de ar? Trocar seu papel higiênico macio por um mais crespo? Consumir menos produtos industrializados? Esses e muitos outros itens são os responsáveis pela produção dos gases que contaminam a atmosfera, os mares, rios e o ambiente doméstico. Se você não está disposto a esses sacrifícios, ora, por que reclamar? Somos consumidores vorazes, compradores compulsivo de bens e serviços cujos efeitos destroem o Meio Ambiente. Amantes do conforto, somos agentes ativos dessa destruição. Somos uns hipócritas.


terça-feira, 16 de setembro de 2014

RELIGIÃO E POLÍTICA - MISTURA EXPLOSIVA
Revendo noticiário de abril de 2013 me impressionou a insensatez do pastor Marco Feliciano. O ex-presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal, em defesa feita  nos autos de um processo por  estelionato a que responde perante a Comissão, declara peremptoriamente: "Há uma maldição divina sobre os africanos".  E para embasar sua "convicção",  diz que "Africanos descendem de cão (ou cam), filho de Noé".  E arremata: "Cremos em bênçãos, não podemos ignorar as maldições". Feliciano tem o topete de insinuar que grupos africanos "que se converteram" ao Cristianismo superaram essa maldição. Conversei com alguns teólogos sobre as afirmações de Feliciano. Um não quis se pronunciar a respeito, um segundo disse que as declarações de Feliciano são "desprovidas de conteúdo histórico e teológico" e um terceiro foi suscito: "Marco Feliciano é um ator que privilegia a ribalta".
Desde tempos antanhos europeus exploram os africanos. A civilização do trigo venceu e dominou a civilização da mandioca. Assim como essa civilização do trigo venceu  a civilização do milho, subjugando os grupos étnicos do continente americano. Tudo foi roubado dos africanos, até a dignidade e o direito à liberdade. As monstruosidades praticadas em nome do Cristianismo pelos invasores europeus com certeza têm a aprovação de Feliciano; devem ter o cunho de "obras da divindade". A África é um lugar exuberante, com florestas, rios e animais exóticos, a maioria endêmica. Tem um povo de muitas culturas, que vive feliz no seu belo cenário. Berço antropológica de todas as civilizações, conforme fontes arqueológicas, a África é um continente rico em recursos naturais, por isso a cobiça européia.

Marco Feliciano responde, no Supremo Tribunal Federal (STF) a processos por discriminação de cor, raça e religião. Corrupto, como todos os outros que lá estão, Marco Feliciano está convencido que deu visibilidade à CDH, ele se acha.  É protegido pelas cúpulas políticas mais corruptas do cenário político brasileiro. Nem todos os evangélicos se consideram representados por ele. E se o deputado, que pretende ser senador, for condenado pode pegar de 3 a 8 anos de prisão. Pena que vivamos num País tão desigual, inclusive no que tange à religião. E no qual, radicalismo como o de Marco Feliciano e seu envolvimento com as práticas da velha política mostra, nessa mistura explosiva entre política e religião,  um fundamentalismo odioso que em nada contribui para melhorar a sociedade.

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

       UMA  PAIXÃO  DESMEDIDA
Em vez de senhor, eu sou teu servo. Espontaneamente me submeto às tuas manhas. Gosto desse teu jeito de ser, de pedir quase implorando sem necessitar fazer essa cena. Adoro teus meneios e essa tua fissão por mim. Aprecio esse carinho, essa maneira de te dar sem cobrar nada em troca.  Sentado no meu escritório, sinto saudades de ti. É como se tivesse passado muitos anos sem te ver, e estivemos juntos não faz três horas.  O cafezinho daqui não tem o sabor daquele que sabes fazer! E aquele leitinho esperto que pões no meu café me aguça o apetite. Feijão, arroz, frango, ninguém faz como tu sabes fazer. A salada crua, multicolorida, verdadeira obra de arte, complementa meu prazer à mesa. Ah, esqueci do suco, um sabor diferente a cada dia; cajá, mangada, graviola, pinha...


Sou teu escravo, não teu senhor! Sem querer, tu me dominas mente, coração e apetite. Teu jeito brejeiro, na simplicidade do teu vestir; essa sandália rasteira e  teus longos cabelos,  sempre soltos... tua voz mansa, suave, baixinha, quase sussurrando ao meu é de ouvido,  tudo isso me apaixona. E me faz dependente de ti. Somos dois em um, como se dividíssemos o mesmo e único espaço. Não consigo me imaginar sem ti. Quando dizes que não queres morrer antes de mim, eu sito que estás dizendo as minhas palavras. Morrer é uma palavra muito forte; falamos de vida, vida a dois. E se o amor é bom enquanto dura, esperamos que o nosso dure a eternidade.

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

   CRÔNICA  DE GOSTOS E MANIAS                                                    
Os poucos e bons amigos que possuo vivem a me convidar para passar um fim de semana em suas casas. Alguns deles recebem em suas chácaras. Mas sei que não sou boa companhia para esses momentos. Tímido como sou tenho algumas dificuldades para atender  a tantos convites. Não é só uma questão de timidez. Sou portador de algumas idiossincrasias, uma palavra difícil para substituir manias. Algumas colegas de classes já me rotulavam de bitolado. Santas bitolas que me impedem de fazer certas "zueiras" que me descaracterizariam. Sou pródigo à mesa e quase nulo na sala de visitas ou no terraço. Nem tanto!  Invertendo a ordem, não faço uso de bebida alcoólica alguma. Nunca fiz. E  acho  estranho a avidez com que pessoas de todas as idades e sexos  consomem todo tipo de bebida. Pra mim, um suco já é suficiente. E não é qualquer sabor. Goiaba, nem pensar. Sou alérgico a essa fruta, e médico cearense já me advertiu, quando fui a uma emergência de lá  ainda  adolescente, que eu poderia morrer de um choque anafilático usando a dita cuja.  O odor da fruta me perturba.  Algumas frutas cítricas meu estômago rejeita, caso da acerola,  da pitanga, do limão e do abacaxi. Mas tenho paixão sem cura por laranjas.
Fico imaginando como um dos meus amigos se surpreenderia se eu aparecesse por lá. Ora, não como carne de nenhum berrante. Esse tipo de carne me cheira almiscarado. Talvez um trauma de infância, quando lá no engenho meu pai mandou matar um bode velho. O odor da carne do pai-de-chiqueiro a ferver no tacho de cobre invadia todas as dependências próximas à casa-grande. Ah!, tem uma exceção: a carne de veado era e é um prato que me apetece (já disse que sou idiossincrásico!). Também não me ofereça buchada, dobradinha, lasanha,  pizza... Contentar-me-ia com um pirão de siri (melhor que caranguejo) ou uma farofa de ovo com galinha assada no forno, de preferência à lenha. Bom mesmo, no entanto, é um prato de feijão com peixe (ou frango), acompanhado de uma salada colorida e uma fruta como sobremesa. E se tocar a zabumba, com reco-reco, triângulo e pandeiro, ah! tô fora; não danço coisa alguma. Mas aprecio esse tipo de música. Anfitriões costumam oferecer charutos; eu ficaria bêbado só com o cheiro do fumo. Verdade que já fumei, isso 68 anos atrás. Sei que você tá com uma pergunta engatilhada ai na sua cabeça! Ah, isso ai é outra história. Uma namorada da adolescência, que me achava "certinho demais" pro gosto dela , já me fez essa pergunta.


quarta-feira, 10 de setembro de 2014


          REFLEXÕES DE UMA NOITE FRIA
Sou um homem de poucos e bons amigos. Meus hábitos de vida algo reclusos e minha formação espiritualista de forma alguma inibiram em mim o gosto pelo belo, pelo conhecimento sem fronteiras e pela beleza multicor e impar  regiamente dispensada pela Natureza. Às vezes eremita, outras vezes viajante por ares nunca dantes captados; prezo a honra, o respeito  e a seriedade como pilares de um bom relacionamento. Não acredito na existência de santos nem  pecadores, absolvidos ou condenados. Nada sei; quem sabe? Aceito pacificamente os postulados de uma vida  construída sob a égide dos ensinamentos cristãos, muçulmanos, xintoístas... A Torá, reproduzida no Pentateuco, é uma bela história de como se construir uma nação, falar da formação de um povo é reviver costumes milenares. No livro Dos Vedas (na verdade uma extensa coleção de livros), vi como os sábios da antiguidade eram capazes de operar transformações físicas, ativar ou desacelerar  os fatos físicos sem que isso se constituísse um milagre. É interessante como a Nave secreta dos Faraós despertou a eclosão do mal, bem como a Caixa de Pandora tenta explicar como  o mal penetrou na Terra. A imagem do Éden, na qual se personifica o Pecado, bate com as teorias milenares  da África, da Ásia e da Oceania.
Maquiavel talvez tenha sido um dos  homem mais sábios da história. Mas sua sabedoria redundou em sua própria decadência.Napoleão Bonaparte sonhava com o trono papal, mas seus exércitos tombaram na batalha de Waterloo. Heróis só existem em esculturas de praças. As pirâmides dos Faraós são um atestado de que toda grandeza material é passageira, ainda que dure milênios. Cavaleiro andante de um mundo finito guardo no recôndito da mina alma lembranças de paragens estelares dentro de um Universo Infinito. Sou, a um só tempo, racional e emotivo, consistente e contraditória! Porque de verdades feitas só conheço as mitológicas. Aliás, o que é que não é mitologia nessa vitrine do conhecimento humano? Poetas, filósofos, sábios, faquires, magos...  eram todos loucos. E na loucura das minhas concepções, vejo um mundo paralelo dentro da própria Terra. Não são miragens de deserto; são realidades imperscrutáveis de um mundo menor dentro de uma Universo Maior, sem fim.

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segunda-feira, 8 de setembro de 2014


   AMOR, MAR, INDECISÃO
Águas  espumosas quebrando na praia
Sob um luar fosco de noite  começando
As ondas  sonoras  do mar  encantando...
E o  filhote perdido de uma mãe arraia.

Piso sem medo  na areia fofa e branca
As águas  tépidas me acariciam os pés
Na minha ânsia louca de através
Daquela caminhada, lenta e franca,

Te encontrar  disposta a me aceitar
Depois das besteiras que  cometi
Sem ao menos pensar, acreditar,

Que amar é uma espera, sensação
De querer, gostar, sim, não senti
Não ser  hora  para tanta emoção.







domingo, 7 de setembro de 2014

                                    SEDUÇÃO
Sedução é a arte de seduzir, de criar na sua mente uma imagem de desejo. Mas a sedução pode se constituir numa violação da integridade moral do alvo desse desejo. E uma  criminosa invasão de sua privacidade. Há várias formas de seduzir. Há aquela   aberta, direta e dirigida. Há a forma velada, na qual o sedutor utiliza métodos infalíveis para atrair a presa. E, infelizmente, existe uma maneira sórdida de utilizar essa tática: é quando o sedutor, dono da situação, faz a abordagem do seu alvo preferido sabendo que não haverá recusa, pelo menos imediata, devido à subordinação  que o alvo tem em relação ao sedutor. 

Mas há formas de sedução cuja sutileza escapa a uma observação menos atenta. Dar um presente pode ser um ato de bondade ou uma atitude nefasta na intenção de obter vantagens amorosas depois. Seduzir  pode significar uma conversão ao bem de alguma pessoa em risco de perdição como pode se constituir  numa abominável tentativa de denegrir, violar a integridade física de incapazes. Num mundo de interesses múltiploes nem sempre confessáveis como este  em que vivemos, as benevolências - um ato espontâneo, pode esconder uma intenção sub-reptícia. Por isso, vale aqui a normal cristã:"Orai e vigiai para não cairdes em tentação".

                                                     

sábado, 6 de setembro de 2014

     MANHà CEDO
Manhã cedo, primavera, calor...
Flores desabrocham, pétalas
Esvoaçando no ar , via do amor,
Estação das flores, regalas...

Manhã cedo, primavera, odor,
A  espargir-se  no ar, poeira...
No repasto da campina, cor
Em matizes  variadas,zoeira.

Manhã cedo, primavera, beija-flor,
Chuvas, frutos, céu ensolarado
Canários, rolinhas, poeira incolor

Manhã cedo, primavera, ribaçãs,
Tempo de fartura, pão caramelado,
Peixes, gravetos, corujas, maçãs.

























quarta-feira, 3 de setembro de 2014

         LEMBRANÇAS  QUE FAZEM BEM
-O senhor é descendência de japonês?, perguntou-me no primeiro encontro o dono da oficina onde passei a levar meu carro.
-Não, sou de descendência indígena.
Era comum eu  ouvir esse tipo de pergunta ou comentários. Mais "sutil"  foi um criança quando eu estava na fila da carne de um supermercado: "É homem ou mulher?". Cabelos espessos cobrindo as orelhas, sem corte há alguns meses, mas impecavelmente barbeado, bolsa de couro  a tira-colo, sob uma luz diáfana antes de chegar ao balcão, a menina teve dúvidas. Roupas largas, camisa por fora das calças e essa minha cara de índio a confundiu, e crianças  questionam quando não entendem.

 Minha mãe era um bom espécime de índia: morena escura, mais ou menos um metro e oitenta e cinco, braços fortes moldados no trabalho da roça,  cara enrugada,  cabelos longos até à cintura, isso já depois dos noventa anos. E eu herdei suas feições. Isso não me  trouxe nenhum  empecílho de ordem sentimental ou social. Até que galguei posições hierárquicas que simplesmente não faziam parte dos meus sonhos de adolescente. E fui regiamente contemplado por amores diferentes, de níveis sociais e intelectuais  diversos. Pena que eu, em situações diversas, não tenha sabido fazer as opções mais coerentes. Nada a lamentar agora!

Mas o traço mais marcante da minha trajetória sentimental foi quando, ainda adolescendo, uma amiga percebeu que nossa amizade terminaria em namoro. Eu nunca havia pensado nessa hipótese. Ela, que diferente de mim  gostava de festas ruidosas e adorava uma cerveja, numa tarde fria de junho, depois de conversarmos sobre passeios à praia, me disse: "Você é todo programadinho, explicadinho, certinho demais  pro meu gosto". E foi à praia sozinha!


terça-feira, 2 de setembro de 2014

          A ESCOLA  DOS ANOS TRINTA
Lápis, papel, borracha, lapiseira. Carta de ABC, tabuada... E a régua longa e pesada nas mãos da professora.
Era todo o material usado na alfabetização da minha infância. O segundo passo era a Cartilha acompanhada da tabuada completa; Nessa fase  aprendíamos regras básicas de gramática, copiávamos textos de livros ou os retirávamos do quadro negro; os modos  verbais diferiam um pouco, pois  havia outros que foram suprimidos, absorvidos pelos tempos verbais de hoje. A escola instruía de fato; na primeira fase do aprendizado, quem permanecia na sala de aula por dois anos  já sabia ler, escrever, contar e resolve alguns  problemas com  operações fundamentais. Fazia exercícios com ditado e conseguia redigir textos simples, como descrever paisagens. 

Na segunda fase, fechando o ciclo primário, já se usava o livro com "lições de coisas", ou seja: estudava-se ciências naturais. O aluno realizava operações fundamentais, fazia cálculo com frações, geometria, números complexos e  tinha noção  de Grandezas. Um aprendizado sustentável  no qual o aluno deveria ter 11 anos completos ou a completar  até 15 de junho do ano do exame.

Mas, infelizmente, essa era uma escola excludente. As turmas começavam com 15-20 alunos; 5 ou 6 desses alunos chegavam ao término do curso primário. Quem não conseguia acompanhar  o ritmo das aulas ia ficando para trás e abandonava a escola.



segunda-feira, 1 de setembro de 2014

            VAMOS  MEDITAR?
Qual a diferença entre orar (rezar) e meditar?
Meditação é uma oração silenciosa, sem palavras. É um momento de introspecção, quando você se encontra com você mesmo. Na meditação você se posta diante de suas fraquezas, não pede nada, porque o Altíssimo sabe quais são as suas necessidades. Tradicionalmente, medita-se dentro de certos rituais, posturas físicas e mentais. Na verdade, a meditação não depende de rituais, apenas de concentração, isso que se faz quando se ora. Vejamos os passos para a meditação. É  simples.
1. Posicione-se de forma a permanecer imóvel pelo tempo da meditação; você pode estar de pé, deitado ou sentado. A posição mais confortável é sentado; pode ser numa cadeira ou no chão sobre uma almofada.Use roupas folgadas, preferencialmente claras; fique descalço, ereto, cabeça erguida.
2. Relaxe; esqueça todo e qualquer problema.  Busque uma imagem natural sobre a qual você fixa sua atenção, sem analisar a paisagem. O mar imenso, o tapete verde de uma floresta sem fim, o azul do céu. Simplesmente você vai levitar sobre a paisagem.
3. Feche os olhos, reduza a luz do ambiente e se desligue do som; pare de pensar, apenas ouça os sons da Natureza. Não force a mente, deixe suas energias fluírem naturalmente. Não se preocupe com o tempo ou com a hora. Você está em regime de espera.
Pronto; você está meditando. Sem ver o que ocorre em seu derredor, seu corpo ficou leve, você tem a sensação de está voando. Permaneça assim por um tempo padronizado possível;  bom é um espaço de uma hora. Habitue-se a fazer isso todos os dias, em qualquer hora, mas preferencialmente pela manhã bem cedo ou à noite. Você vai aprender a dominar sua mente, a controlar suas emoções. Vai sedar suas dores e dormir mais tranquilo. Com o tempo, você vai incluindo essa prática no seu roteiro cotidiano. Um despertador (relógio ou o alarme do seu celular) indicará o tempo de despertar.