BRASIL - ECONOMIA, EDUCAÇÃO, SAÚDE
PARTE I
A Rede Globo de Televisão, porta-voz do capitalismo internacional, mascara os
fatos econômicos, sociais e políticos do
atual cenário brasileiro. Além de tentar confundir a opinião pública, escalando
seus quadros mais exponenciais para
apresentar dados que nem sempre são produzidos por pessoas ou instituições
isentas, portanto são inconfiáveis, procurar colocar em algum candidato que
possa servir aos seus interesses. Essa falta de isenção é um desserviço que a
Globo presta ao País. Vejam os casos dos dados econômicos, educacionais e de
saúde. Tudo, nesses itens, é apresentado como culpa do governo do PT. Como se não
fossem problemas estruturais de décadas contra os quais a sociedade vem se rebelando e exigindo solução. Como são estruturais, esses problemas
não podem ser resolvidos num piscar de
olhos. Demandam planejamento de longo prazo, investimentos pesados e continuidade das ações.
Na economia, o
desenvolvimento do Brasil precisa de fatores favoráveis na área externa;
precisa de parceiros comerciais que comprem os produtos aqui fabricados. E o
mundo inteiro está em crise econômica.Essa crise prejudica a produção, a
exportação e até a importação de produtos. Ainda assim, segundo dados do Banco
Mundial, o Brasil ainda está em melhor situação do que o resto do mundo. Dizer
que a Colômbia está em melhores condições de crescimento do que o Brasil é
desconhecer o que a Colômbia produz, o volume de sua produção e seus parceiros
econômicos.
Se o Brasil cresce
abaixo de 1 (um ) dígito, a União Européia tem crescimento negativo e os
Estados Unidos, maior economia do mundo, tem crescimento pífio. A China, 2ª maior
economia do Planeta, desacelerou seu crescimento em três dígitos. A Argentina
quebrou. Que é que isso tem a ver com o
baixo índice de crescimento do Brasil? Tudo. Sem crescimento econômico, os
parceiros do Brasil não compram os nossos produtos. Não vendendo, os
empresários brasileiros não investem em seus empreendimentos, e a produção cai.
A economia é um bloco cíclico que oscila periodicamente. Estamos na fase das
vacas magras. Mas a queda da economia brasileira se deu em alguns setores, não
na economia como um todo. Algumas áreas, como a produção de carros, voltou a crescer.
A agropecuária chegou a um patamar que
já não há silos para acomodar tantos grãos e o mercado da carne cresceu depois
de uma ligeira queda. O Brasil tem reservas cambiais suficientes para superar crises dessa
natureza.
Nenhum comentário:
Postar um comentário