NAS COISAS SUPÉRFLUAS, LIBERDADE;

NAS COISAS NECESSÁRIAS, ORDEM;

EM TODAS AS COISAS, COMPREENSÃO.

domingo, 7 de setembro de 2014

                                    SEDUÇÃO
Sedução é a arte de seduzir, de criar na sua mente uma imagem de desejo. Mas a sedução pode se constituir numa violação da integridade moral do alvo desse desejo. E uma  criminosa invasão de sua privacidade. Há várias formas de seduzir. Há aquela   aberta, direta e dirigida. Há a forma velada, na qual o sedutor utiliza métodos infalíveis para atrair a presa. E, infelizmente, existe uma maneira sórdida de utilizar essa tática: é quando o sedutor, dono da situação, faz a abordagem do seu alvo preferido sabendo que não haverá recusa, pelo menos imediata, devido à subordinação  que o alvo tem em relação ao sedutor. 

Mas há formas de sedução cuja sutileza escapa a uma observação menos atenta. Dar um presente pode ser um ato de bondade ou uma atitude nefasta na intenção de obter vantagens amorosas depois. Seduzir  pode significar uma conversão ao bem de alguma pessoa em risco de perdição como pode se constituir  numa abominável tentativa de denegrir, violar a integridade física de incapazes. Num mundo de interesses múltiploes nem sempre confessáveis como este  em que vivemos, as benevolências - um ato espontâneo, pode esconder uma intenção sub-reptícia. Por isso, vale aqui a normal cristã:"Orai e vigiai para não cairdes em tentação".

                                                     

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