NÃO AO
CRACK
A Sociedade moderna está se esfacelando.
Jovens, adolescentes e até crianças estão presos às mazelas da modernidade.
Sexo é o principal item dessa miséria humana que deforma a vida e compromete o
futuros dessa sociedade. Nos postos de gasolina, nas estalagens de beira de
estrada, em bares da periferia e em outros ambientes o comércio do corpo é uma
triste realidade. Motoristas de
caminhões que fazem grandes percursos transportando mercadorias através do País
estão envolvidos nessa vergonhosa realidade de nossos dias. Postos de
combustíveis espalhados ao longo das estradas brasileiras; donos ou donas de “alojamentos”
nesses pontos de comércio fazem dos mesmos verdadeiros bordéis onde as nossas
crianças pobres são violadas em sua integridade moral em troca de algum dinheiro que lhes permita
comprar comida. Nas cidades, os inferninhos são menos visíveis, mas nem por
isso inexistentes. Meninas entre 10 e 15 anos se prostituem e
levam uma vida miserável. Mas meninos também alimentam a bestialidade de homens
desalmados que esqueceram que são gente.
A desnutrição, as doenças sexualmente transmissíveis e a tuberculose são o futuro dessas crianças. Famílias desestruturadas,
casais pobres que se separam e nem pai nem
mãe não podem ou não querem cuidar dos filhos acrescem cada dia o contingente de criaturas
fisicamente ainda imaturas e sem rumos em todas as nossas cidades. O combate a
esse mal social é da responsabilidade de todos. As autoridades têm a obrigação
de combater essa mácula das nossas crianças, mas cada cidadão também é
igualmente responsável nessa tarefa de erradicar a prostituição infantil. Os
agentes inocentes desta prostituição muitas vezes se transformam em vítimas do
trabalho infantil, fazendo qualquer coisa nos postos de combustíveis, na estalagens
ou nos bares acima descrito. O trabalho de combate à prostituição está
diretamente associado ao combate ao trabalho infantil; não pode ser dissociado
um do outro.
Fomentando
esse comércio hediondo está o tráfico de drogas. Os traficantes se aproveitam
dessa situação de miséria das nossas crianças para auferirem lucros. Maconha,
crack, antecedidos de bebidas alcóolicas, fazem o perfil dessa dependência em
vivem nossas crianças nesses lugares. Principalmente, o crack, flagelo da
humanidade, vem destruindo as vidas das nossas crianças. È preciso uma ação
intensa e concentrada no combate a esse espectro de miséria. Salvemos nossos crianças.
Nenhum comentário:
Postar um comentário