NAS COISAS SUPÉRFLUAS, LIBERDADE;

NAS COISAS NECESSÁRIAS, ORDEM;

EM TODAS AS COISAS, COMPREENSÃO.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

AGOSTO

Na crendice popular, agosto é um mês malfado. Algumas vezes mesmo as pessoas mais céticas chegam a duvidar desse seu ceticismo. Neste agosto foi uma sucessão de fatos horrendos. Uns, propiciados pela própria Natureza em fúria, outros, obras das mãos do próprio homem. Chuvas torrenciais na Ásia, com destruição da já precária infraestrutura de países podres, como o Afeganistão; enxurradas na Índia e na China, levando destruição e mortes à várias regiões desses países. Queimadas devastando a vegetação na Rússia, região oriental de tempo húmido cuja população anda com pesados agasalhos o ano inteiro. Sem falar nas queimadas (muitas vezes propositais ou acidentais (joga-se uma "biruca" para fora do carro) em várias regiões do Brasil.

É a queda de aviões (dois deles da brasileira Embraer), apresentando lances inesperados de perícia dos pilotos ajudando a salvar vidas. É o terrorismo se alastrando pelo mundo afora, com ações ousadas que não poupam nada nem ninguém; a ousadia dos traficantes que fazem do seu meio de negócios uma forma de aprisionar os cidadãos em sua própria cas. É a ameaça de guerra nuclear e a loucura desesperada de líderes de nações que querem se impor semeando medo; é a vilania de grupos e organizações (às vezes, países), plantando notícias tendenciosas que só servem para confundir a opinião pública mundial. Enfim, são ações políticas internacionais nem sempre bem coordenadas e ações da Natureza na sua trajetória geológica. E preciosas vidas humanas são desnecessariamente ceifadas. Felizmente, o mês tá terminando. Mas será que esses eventos registrados neste oitavo mês do ano são mesmo peculiaridades do mês de Agosto?

Nenhum comentário:

Postar um comentário