NAS COISAS SUPÉRFLUAS, LIBERDADE;

NAS COISAS NECESSÁRIAS, ORDEM;

EM TODAS AS COISAS, COMPREENSÃO.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

                                            CENÁRIO POLÍTICO


O quadro político pernambucano já está quase que completamente definido. O setor majoritário ainda vai passar por alguns "ajustes". O governador tá mais do que reeletíssimo; os senadores, quase fechado. Humberto Costa em 1º lugar e a 2ª vaga para definir entre Marco Maciel e Armando Monteiro Neto. Visível é a ascensão de Armando Monteiro e o estacionamento de Marco Maciel nas pesquisas de intenções de voto. O atual senador que briga pela reeleição vê o adversário se aproximar perigosamente de sua posição nessas intenções de votos, com uma diferença de apenas 6 pontos percentuais. E subindo. Marco Maciel pode tá perdendo a primeira eleição de sua longa carreira política, o que, se se confirmar, pode significar seu arquivamento definitivo do quadro político estadual.


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O senador Sérgio Guerra vive um momento difícil de sua carreira política. Coordenador nacional da campanha de José Serra à presidência da República, e candidato a deputado federal (o senado não dá mais para ele), acaba não tendo como conciliar adequadamente essas duas funções, e isso mão é bom para o andamento de sua candidatura à Câmara Federal.Mas, o senador Guerra é uma dessas raposas ariscas da cena política pernambucana. E entendendo o recado que tá vindo das ruas, procura se rearrumar dentro desse cenário de vozes e sombras que é o da oposição em Pernambuco. Caminha lentamente para aderir ao esquema político do governador Eduardo Campos e não diz mais uma só palavra contra o presidente Lula.

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Por falar em oposição, o observador mais atento enxerga que os grupos que integram essa oposição se esfacelam gradativamente. Cada um dos líderes procura defender sua posição pessoal e sua candidatura, se descolando dos demais líderes como forma de sobrevivência política. Não há mais essa de adesismo ou compra de votos para engrossar o caldo da situação. Há o instinto de sobrevivência política de cada um. Oposicionistas mesmo, só Terezinha Nunes e Priscila Krause, que vão rebolar, uma para se reeleger, outra para chegar pela 1ª vez à Assembléia Legislativa. Elas vêm o chão se desmanchando debaixo dos seus pés, com o encolhimento dos seus partidos.

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