O Náutico entrou em campo no seu tradicional 4-3-3 com Bruno Veiga, pela direita; Geílson, pela esquerda; e Cristiano, centralizado. No meio campo, Ramirez jogava na contenção de jogadas e Élton ajudava Giovanni na armação. O gol alvirrubro foi reflexo de como Élton conseguiu ser o fator surpresa. Estava dentro da área sem nenhuma marcação e só teve o trabalho de empurrar a bola para dentro do gol.
Já o Sport começou num 4-3-2-1. A linha de quatro jogadores defensivos tinha a incumbência de segurar o trio ofensivo adversário. No meio campo, Germano, Zé Antônio e Moisés tinham a obrigação de roubar a bola, enquanto Eduardo Ramos, pela direita e Elton, pela esquerda, faziam a bola chegar ao único atacante do time: Ciro. Interessante notar a variação que ocorria durante a movimentação da equipe armada por Toninho Cerezo. Quando o Sport tinha a bola, Moisés avançava pelo lado direito do ataque e, normalmente, encontrava um corredor. Quem começou a jogada do gol do Leão com um passe de calcanhar? Moisés, pela direita, é claro!
O segundo tempo do jogo teve uma maior posse de bola do Timbu. Porém considerar a expulsão como explicação para o fato é perigoso. O Náutico tocava a bola e envolvia o Sport desde o início da segunda parte. Nos 25 min. finais, a partida foi mais equilibrada porque Daniel Paulista (entrou aos 19 min. do 2° tempo) conseguiu fazer uma leitura correta das viradas de bola do meio-campo alvirrubro. Esse fato, obrigou o time vermelho e branco a chuveirar a bola na área a partir da intermediária, principalmente pelo lado direito, facilitando a vida dos marcadores rubro-negros.
O resultado não foi bom para ninguém. O Náutico jogava em casa e perdeu a boa diferença de pontos que mantinha para as equipes fora do G-4. Por outro lado, o Sport se distanciou mais ainda dos líderes e flerta perigosamente com a zona de rebaixamento.
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ABRE O OLHO SANTINHA
Não vi o jogo do Santa Cruz e, por isso, não posso falar do time. Mas, é inadmissível como um clube com a grandeza e a torcida que tem sofre para passar à segunda fase da Série D. O tricolor precisa se impôr diante dos adversários sem expressão que enfrenta nesse momento.
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O INTERIOR VAI MAL
As campanhas de Salgueiro, na série C e Central, na série D são reflexo da (falta de) preparação de ambos para disputar uma competição nacional. Os dois times foram montados de última hora e não souberam aproveitar o recesso da Copa do Mundo para adquirir um padrão de jogo aceitável.
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FALTA DE COMPROMETIMENTO
Até agora, a Globo não confirmou a transmissão da partida de amanhã entre Brasil e EUA, as 21h. A emissora pode deixar de mostrar a estreia de Mano Menezes e dos meninos da vila na Seleção porque não quer trocar o horário da novela Passione. Existe isso?!


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