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segunda-feira, 9 de agosto de 2010

CANDIDATOS, EQUÍVOCOS E PESQUISAS

A semana ao que parece não será muito boa para alguns candidatos a deputado estadual. A estratégia de campanha é falha e a coordenação de campanha desses candidatos ou é míope ou tá apostando na burrice da população. Candidatos de oposição fazem caminhadas em áreas cujas pessoas são sabidamente dependentes dos programas sociais do governo federal. E em vez de cuidarem de suas próprias candidaturas, tentam impor nomes que se opõem à situação e fazem críticas ao governo Lula. Tentar impor a esses segmentos populacionais nomes como Sérgio Guerra, Jarbas Vasconcelos e José Serra é puro suicídio político.


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Tanto o cenário político nacional quanto o estadual são de uma clareza indiscutível. Em projeções políticas, sobretudo quando se trata de pesquisa de opinião, há uma coisa cientificamente comprovada: tendência. E desde o começo da campanha, mesmo na fase informal quando ainda não existe definição de candidaturas, as pesquisas mostravam as tendências do eleitorado para votar nesse ou naquele candidato. Há 6 meses as pesquisas indicavam uma diferença de 21 pontos percentuais em favor do candidato Serra. Mas mostrava uma tendência reversível. E a reversão foi se acentuando com o passar do tempo. Hoje, com a delimitação eleitoral já conhecida a candidata oficial tem 5 pontos percentuais favoráveis no 1º turno e 6 pontos percentuais a favor no 2º turno. E a tendência é crescimento de Dilma e queda de Serra. No Estado, a tendência em favor de Eduardo Campos era tão clara que Jarbas só entrou no páreo por exigência de Marco Maciel, que temia por sua não reeleição caso Jarbas não se candidatasse para puxar votos pra sua candidatura.

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